segunda-feira, 27 de junho de 2016

Com jogos, professora ensina matemática e aumenta rendimento em sala

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 27/06/2016
Érica Melissa Ottersbach é mestre pela UEMS
Aprender a calcular uma equação matemática pode ser difícil para alguns alunos e fácil para outros. Então, para diminuir estas dificuldades, a professora Érica Melissa Ottersbach experimentou o uso de jogos no ensino de equações de 1° grau e teve bons resultados, provocando a melhora na aprendizagem e no rendimento dos alunos. A pesquisa foi desenvolvida no Mestrado Profissional em Matemática (ProfMat), na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).
Equações “são igualdades que contém pelo menos uma letra, chamada de incógnita, que representa um número desconhecido”, segundo definição do livro Tudo é Matemática (DANTE, 2009). Por exemplo: x + 5 = 15 | x = 15 – 5 | x = 10.
A mestre, orientada pela professora Drª. Maristela Missio, aplicou dois jogos com a turma do 7º ano, do período matutino, de uma escola estadual de Dourados: "Jogo das Equações" (um quebra-cabeça) e "Labirinto das Equações" (jogado no computador).
Conforme explica Érica Ottersbach, "O jogo das Equações" se trata de um quebra cabeça que possui equações que podem ser alteradas conforme a necessidade. As peças devem ser montadas de maneira que ao final de sua execução, forme um quadrado, formado por 16 quadrados menores, que se encaixam formando um quadrado de 4 por 4.
No primeiro momento da execução do jogo, o aluno deve construir o quadrado com as equações para em seguida recortá-lo. Feito isso, as peças devem ser embaralhadas de maneira que o aluno construa novamente o quadrado a partir das equações, resolvendo as equações e encaixando no seu resultado.
“Observei, que com a aplicação dessa atividade lúdica, os educandos foram obrigados a trocar o comodismo de apenas copiar a matéria no caderno, para discutirem, entre si, como eles poderiam resolver aquelas equações”, observou a professora.
Também foi aplicado o "Jogo do Labirinto das Equações", que por se tratar de um jogo tecnológico, foi executado, individualmente, na Sala de Tecnologia Educacional. O jogo tem por finalidade que o aluno resolva a equação rapidamente, onde o objetivo do jogador resume-se em prosseguir no labirinto, levando o menino para o labirinto seguinte, isto levando em conta o tempo em que as respostas possíveis ficam disponíveis na tela.
Antes da professora aplicar os jogos, o conteúdo de equação de 1º grau foi lecionado de forma tradicional e após este momento os alunos passaram por uma avaliação, que resultou em apenas 25% da sala com notas acima da média. Após as experiências nos dois jogos foi aplicada uma nova avaliação e nesta, 62,5% dos alunos ficaram com notas acima da média.
“Com os resultados, comprova-se que as atividades lúdicas podem, sim, serem eficazes ferramentas auxiliares dos educadores na hora de lecionar o conteúdo de equação de 1º grau com uma incógnita, pois os números mostram que os alunos tiveram uma melhor absorção do conteúdo estudado”, conclui a mestre.
Para acessar o jogo Labirinto das Equações entre no endereço: https://sites.google.com/site/profclarissamat/labirinto-das-equacoes
Para conferir as instruções do Jogo das Equações acesse: http://profmatjeane.blogspot.com.br/2012/09/jogo-das-equacoes.html

Produzido pelo Projeto Mídia e Ciência UEMS/Fundect

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Piadas podem ser aliadas nas aulas de Português, mostra pesquisa da UEMS

 Por: Eduarda Rosa | Postado em: 20/06/2016
Professor Edvaldo Moraes durante aula
Aprender com humor é muito mais divertido. Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Mestrado Acadêmico em Letras da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em Campo Grande, constatou que piadas podem ser um ótimo recurso no ensino da Língua Portuguesa.
O trabalho foi realizado pelo Mestre em Letras, Edvaldo Teixeira Moraes, sob orientação da professora Elza Sabino. As primeiras experiências foram feitas com duas turmas do Ensino Médio, da Escola Estadual Etalívio Pereira Martins, na cidade de Rio Brilhante/MS, no segundo semestre do ano de 2014. O pesquisador continua aplicando a metodologia nas turmas que leciona.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Tocha Olímpica será conduzida por representantes da UEMS

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 08/06/2016
A Tocha passará pelo MS nos dias 25, 26 e 27 deste mês
O Brasil sediará os jogos Olímpicos, de 05 a 21 de agosto, mas até esta data a Tocha Olímpica continua a viajar por todos os estados brasileiros e passará pelo Mato Grosso do Sul nos dias 25, 26 e 27 deste mês. A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) será representada pelos condutores, Erivaldo Bezerra, André Luís da Silva Lima e Amélia Leite de Almeida, que terão a oportunidade de participar do revezamento.
#Superação
Aluno do 4° ano de Pedagogia da UEMS em Dourados, Erivaldo Bezerra, 35 anos, é exemplo de superação. Além de ser escolhido pela Nissan para conduzir a Tocha Olímpica, o acadêmico tem como última conquista o 3° lugar no concurso para professor da Prefeitura Municipal de Dourados. Mas há oito anos o cenário era bem diferente, pois Erivaldo era dependente químico.
“Perdi tudo e todos por conta da dependência da droga, hoje estou livre deste vício, me casei, tenho uma filha, uma casa, estou terminando o curso de Pedagogia, sou pastor e também estou ajudando outras pessoas com palestras e orientações. Com tudo isto, aprendi que não sabia viver, muitas vezes não conhecemos a capacidade que temos”, contou.  
Erivaldo está muito feliz por ter sido selecionado, “nunca poderia imaginar que um ex-dependente químico poderia representar uma Universidade do porte da UEMS num evento como o revezamento da tocha, fico muito honrado! Se o espírito Olímpico é sinônimo de superação eu me considero medalha de ouro, pois para sair da vida que estava foi uma trajetória muito sofrida e dolorida!”, finaliza.
 Erivaldo com a família
#Bandeira
André Luís da Silva Lima, de 24 anos, que mora em Campo Grande, e se formou na UEMS no final do ano passado, na licenciatura em Geografia. Hoje atua como professor de uma escola particular na Capital. Para conduzir a Tocha, ele participou de uma promoção da Coca Cola, em que teria que contar uma história relacionada aos jogos olímpicos.
André Luís, que participa de corridas de rua desde 2009, se lembrou de um episódio vivido na Volta das Nações em que participou em 2013. Segundo ele, desde que começou a correr carrega uma pequena bandeira do Brasil, em homenagem a Van­derlei Cordeiro de Lima, atleta brasileiro que na maratona dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) liderava a prova até o quilômetro 36, quando foi agarrado por um ex-padre irlandês. Vanderlei contou com a ajuda de um espectador grego para se livrar do agressor e concluir a corrida. Não em primeiro, mas em terceiro. Na finalização da corrida Vanderlei levava a bandeira brasileira.
Inspirado pela história, em 2013, André Lima participou da Volta das Nações levando a bandeira brasileira, mas nesta edição algo diferente aconteceu, pois o padrinho da corrida era Van­derlei Cordeiro. André não ficou entre os primeiros, mas ficou atento a outra oportunidade, pois na cerimônia de premiação Vanderlei Cordeiro de Lima estava sem sua bandeira e pediu uma emprestada. Mais que rápido, André jogou a sua, “ele ficou a bandeira o tempo todo e depois me devolveu autografada, guardo ela com carinho”, contou o egresso da UEMS.

André com a bandeira autografada
Sobre a oportunidade de conduzir a tocha, ele disse se sentir presenteado, “pois é um presente no mês do meu aniversário. Sou de Campo Grande, mas vou conduzi-la em Rio Brilhante no dia 26 de junho. É uma alegria também poder presentar a UEMS. Fui acadêmico por quatro anos e participei de muitos movimentos em defesa da Universidade e do fortalecimento da Unidade Campo Grande”, enfatizou.
#Trabalhos voluntários
A outra selecionada é a servidora aposentada da UEMS, Amélia Leite de Almeida, de 64 anos, que atuou na Universidade como técnica administrativa de 1998 a 2010, na implantação e chefia da Divisão de Inclusão e Diversidade.
Ela foi indicada pelo Bradesco, por meio de amigos que a inscreveram e contaram sua história de atuação em trabalhos voluntários. Amélia é uma ativa participante em trabalhos de educação especial com pessoas com deficiência, e atualmente com idosos e na Toca de Assis, em Dourados.
Amélia sempre fez atividades físicas, mas só começou a correr efetivamente após se aposentar. Hoje ela já corre meias maratonas (21 km), em 1h30, e se prepara para maratonas, com duração de cerca de 4h. Ela treina com vários grupos de Dourados, participa de atividades de Ioga e pilates, servindo inclusive como exemplo para jovens atletas.
“Fiquei muito feliz pelo reconhecimento do trabalho. Também poderei representar a UEMS, pois por onde passamos fazemos história e sempre estive ligada à educação pública, seja como estudante da educação básica ao doutorado, como professora no ensino fundamental e como servidora na UEMS. Além de ser uma oportunidade única, pois nunca imaginei que fosse carregar a tocha olímpica. Entre 12 mil pessoas eu fui escolhida e o mais gostoso é que não fui eu que fiz a inscrição, foi um grupo de corredores amigos meus”, ressaltou.
Amélia durante treinamento

Tocha Olímpica
A Chama Olímpica é um importante símbolo dos Jogos. Representa a paz, a união e a amizade. A tocha, por sua vez, é usada para passar a chama de um condutor para o outro durante o revezamento até o acendimento da pira na cerimônia de abertura.
Entre os principais atributos de inovação da Tocha Rio 2016, estão os segmentos que se abrem, revelando elementos da brasilidade: diversidade harmônica, energia contagiante e natureza exuberante.

(Produzido pelo Projeto Mídia & Ciência UEMS/Fundect)

Publicado originalmente em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/tocha-olimpica-sera-conduzida-por-dois-representantes-da-uems-093148

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Em 52 horas, participantes do Hackathon inovam e criam sete aplicativos

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 06/06/2016
Vencedores e participantes do evento
Foram 52 horas de maratona de programação de aplicativos que exigiram muito esforço, companheirismo e determinação para concluir o desafio proposto. Ao final do Hackathon Fênix 2016, neste domingo (05), as equipes participantes apresentaram sete novos aplicativos criados para resolver problemas da sociedade, nas áreas de saúde, segurança e prevenção de acidentes.  
O Hackathon, maratona de criação de aplicativos promovida pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), tem o  objetivo de fomentar a pesquisa e a experiência tecnológica, a inovação e o entretenimento digital por meio de experimentos ou projetos. Visa, ainda, compartilhar, apreender e ensinar conhecimento digital, tudo relacionado à informática, à comunicação digital e às novas tecnologias.
O evento premiou os melhores aplicativos. Em primeiro lugar ficou a equipe Cyborgs, composta por Guilherme Pereira (23 anos) - Ciência da Computação (UEMS), José Roberto (42) - Sistema de Informação (UEMS), e Aline Batista (17) - Unigran (Engenharia de Software). Eles ganharam R$600 pelo APP “+ Remédios”, que buscou uma solução prática para quem quer achar a farmácia mais próxima e que tenha o remédio que se procura. 
“Nós fomos os últimos a fazer inscrição, ficamos uma semana procurando pessoas para trabalhar com a gente, e quando chegamos no evento conhecemos a Aline que também estava à procura de uma equipe. O aplicativo foi de um problema prático que eu tive, mas a ideia surgiu aqui mesmo”, disse José Roberto.
1° lugar - equipe Cyborgs

O 2° lugar ficou para a equipe The Stakeholders (Unigran), que ganhou R$400. Os integrantes Flávio Augusto (18 anos), Felipe Rodrigues (21), Junes Anderson (17), Victor Eduardo  (19), Djan Ikeda (26), do 1° ano de Engenharia de Software, criaram uma aplicativo para melhorar a experiência das pessoas com o SUS (Sistema Único de Saúde) ou em hospitais e clínicas privadas.
“Para não ter o trabalho de sair em vários hospitais procurando o que está mais vazio, o aplicativo vai mostrar a avaliação das pessoas que estão lá ou passaram por lá. As pessoas avaliariam na qualidade, quantidade de pessoas na fila.  Isto melhoraria o hospital e a vida do paciente, pois tem um ranking sobre vários quesitos, seria um SAC terceirizado”, explicou Junes Anderson.
2° lugar - equipe The Stakeholders
Em terceiro lugar, a equipe Roda Viva, composta por Lucas Capilé (22), Lucas Silveira (20), Douglas Correia (20), Jonas Forte (21), Gabriel Vital (21), todos de Ciência da Computação UEMS, ganhou R$200 com o aplicativo “Sozinha Não”, que tem o objetivo de ajudar na proteção das mulheres contra a violência.
“O aplicativo faz o cálculo de rota segura (de acordo com índices de ocorrências daquele local), monitoramento da rota por uma pessoa cadastrada, além de ter relatos de mulheres, depoimentos, apoios, telefones de urgência, informações de leis e direitos”, disseram.
3° lugar - equipe Roda Viva
Para Stella Fernanda, Pesquisadora Industrial do Senai e uma das juradas, o evento é louvável para a região, “nós temos poucos eventos sobre inovação como é o caso deste, eles estão desenvolvendo aplicativos para tentar resolver problemas da sociedade, então saíram trabalhos extremamente importantes e eu acredito que serão logo absorvidos pelo mercado”.
O professor Rubens Barbosa, que coordena o evento juntamente com Leandro Pezzin, gerente da Fênix Incubadora, e Janete Soares, Assessora de Inovação e Tecnologia da UEMS, disse que o Hackathon é um evento piloto que tem não só caráter de formação empreendedora, mas também educativa e aconselhou aos participantes que a ideia é fundamental.  “Primeiro: a ideia é fundamental, não se preocupe tanto com a ferramenta; 2°: uma maneira de se ter ideias boas é anotar toda vez que você tiver um problema; e 3°: comece resolvendo na sua localidade, veja se funciona e se resolve o problema”, ressaltou.  
Segundo o participante, Douglas Correia, para o trabalho em equipe no Hackathon é fundamental valorizar a qualidade de cada membro da equipe. “Cada um tem a sua identidade, tem seu valor dentro do grupo, valor que é priorizado. Este trabalho em grupo é essencial, principalmente, naquele momento difícil que você está quase a ponto de desistir de tudo, cansado, é aquela equipe que vai te abraçar e dizer que vamos conseguir terminar o desafio juntos. É você trabalhar não só como uma equipe, e sim como uma família, é se ajudar, trocar ideias, dar opiniões”, relatou.
Para julgar os aplicativos sete jurados do Sebrae, UEMS, Senai, IFMS, UFGD e da comunidade estavam presentes.
O primeiro Hackathon Fênix 2016 foi promovido pela UEMS em parceria com a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).   

Outras ideias
As outras quatro equipes participantes também desenvolveram aplicativos relevantes para a sociedade, confira:
“Foco Zero” - Hello Word Dev Team (UFGD)
O aplicativo foi desenvolvido com o objetivo de denunciar focos de Aedes Aegypti. Assim os cadastrados tiram fotos dos lugares com focos do mosquito, marcam no mapa e os usuários que estão perto do local daquele foco são notificados para tentar solucionar o problema. O APP também propõe um ranking de participação que, conforme as pontuações podem ter descontos em empresas parceiras ou no IPTU.

“BRUMMM” - Gits Grupo de Inovação Tecnológica em saúde (IFMS de Aquidauana)
Com a preocupação de evitar acidentes com motociclistas o aplicativo propõe a rota mais segura, indicando buracos, iluminação, vias mais movimentadas ou com maior incidência de acidentes, tudo cadastrado pelos próprios usuários.
O APP também registraria o tempo do percurso e avaliaria se o motociclista teve ou não um bom comportamento no trânsito – o que geraria pontos e depois poderia ser trocado por serviços na moto.

“Idade Ativa” - CodSec (UEMS)
Um aplicativo para levar idosos a praticar exercício físico. O usuário escolhe o exercício para qual parte do corpo deseja, daí aparecem vídeos para que os idosos possam fazer exercício em qualquer lugar. A plataforma também disponibiliza o contato com especialistas, o objetivo é ter um serviço gratuito e de qualidade à população idosa.

“DescOnto” - Byte (UFGD) 
O aplicativo lista e recomenda órgãos públicos e empresas privadas que oferecem tratamentos odontológicos. A clínica particular cadastrada oferece desconto aos usuários.


Publicado originalmente em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/em-52-horas-equipes-do-hackathon-fenix-2016-criam-sete-aplicativos-113318

quarta-feira, 25 de maio de 2016

“Ciência no Boteco”: Saiba como é a produção de cervejas artesanais hoje (25)

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 25/05/2016
Foto ilustrativa
A tradução literal do nome do evento Pint of Science é Uma Dose de Ciência, então nada mais propício que o ambiente para saber um pouco mais sobre a tecnologia e produção de cervejas artesanais. Este será um dos temas expostos nesta quarta-feira (25), a partir das 19h30, no Barão Botequim. Dourados está entre as sete cidades brasileiras que está sediando o “Pint of Science”, um festival internacional de divulgação científica.
São responsáveis por tratar do tema a professora, Dra. Leila Cristina Konradt de Moraes, e o egresso do curso de Química Industrial, Guilherme Fiorese da Silva Moraes, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). O assunto foi tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Guilherme Fiorese, que produz cerveja caseira desde 2013, focando os estudos na área de produção de bebidas fermentadas durante a graduação. Atualmente, Guilherme ocupa o cargo de Vice-Presidente da Associação de Cervejeiros Artesanais de Mato Grosso do Sul, AcervA Pantaneira, que tem com papel promover a cultura cervejeira no Mato Grosso do Sul.
Após aprender a teoria ele colocou em prática e ainda confeccionou um equipamento para produção de bebidas fermentadas para a Universidade.
Segundo ele, a cerveja artesanal normalmente leva de 28 a 30 dias para ficar pronta e pode ser feita com vários componentes, "já fiz de manjericão, cacau, cravo, canela e mel, mas pode ser feita de qualquer sabor. Em Campo Grande existe uma Microcervejaria que faz de guavira e tereré, e já vi também de café", contou.
Enquanto a cerveja comum, produzida em grandes indústrias, leva em torno de cinco dias para ficar pronta, a artesanal é feita em quase 30 dias, por isto o lema dos produtores é "Beba menos, beba melhor", "porque as cervejas artesanais são bebidas em menor quantidade, pois elas satisfazem mais. Além de que, o pessoal trabalha só com boas matérias-primas, então garante uma bebida melhor e os preços também são mais elevados, mas a qualidade é bem superior", explicou Guilherme Fiorese.
O evento
Não perca esta oportunidade, o Brasil é o único país da América Latina a participar da iniciativa, que será realizada simultaneamente em outros 11 países. Dourados é a única cidade da região Centro-Oeste a participar do evento, que está mobilizando mais de 50 cidades espalhadas por oito países. Em Mato Grosso do Sul, o evento é coordenado pela professora Ísis Faria, da UEMS. 
Durante o festival, cientistas de várias partes do mundo saem de seus laboratórios para mostrar o que eles estão pesquisando e qual o impacto disso na vida das pessoas. Para conferir a programação de cada cidade, basta acessar o site www.pintofscience.com.br. O festival é gratuito e as pessoas que participam pagam somente o que consumirão nos locais em que acontecerão os bate-papos científicos.

Serviço:
Dia: 25/05/2016
Horário: A partir das 19h30
Local: Barão Botequim
Endereço: R. Gen. Osório, 2415 - Vila Rui Barbosa, em Dourados

Originalmente publicado em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/ciencia-no-boteco-sabia-como-e-a-producao-de-cervejas-artesanais-hoje-25-090435

terça-feira, 24 de maio de 2016

“Ciência no Boteco”: Professor discute sobre energia solar limpa e eficiente

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 24/05/2016

Uma energia limpa e eficiente, estas são as principais características da energia solar. Contudo ela ainda é considerada uma tecnologia de alto custo.   Pensando nisto, pesquisadores da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) estão trabalhando para melhorar a eficiência de painéis solares na produção de energia elétrica, sem aumentar seu custo. Este será um dos temas apresentados no “Pint of Science”, que ocorre em Dourados, na próxima terça-feira (24), a partir das 19h30, no Barão Botequim.
O “Pint of Science” (Ciência no Boteco) é um festival internacional de divulgação científica e Dourados está entre as sete cidades brasileiras que o sediará.
O professor da UEMS, Sandro Marcio Lima, que irá explanar sobre o assunto no evento, ressalta que o objetivo da pesquisa não é criar uma nova tecnologia, mas melhorar a eficiência das comercializadas atualmente, para que as placas possam ser também menores e mais baratas. 
Sandro Marcio Lima juntamente com o professor Luis Humberto Andrade são responsáveis pelo Grupo de Espectroscopia Óptica e Fototérmica (Geof).  Grupo este que já conseguiu desenvolver um material que apresentou condições favoráveis para melhorar a eficiência de aproveitamento da luz solar. “Preparamos este material na unidade da UEMS de Dourados e já fizemos testes em laboratório. Tudo indica que o material poderá ser acoplado às placas de célula solar comerciais para melhorar sua eficiência”, esclareceu o professor, Sandro Lima. 
Eles explicam que painéis solares para aquecerem água já são uma tecnologia bastante divulgada, contudo o desafio está em ampliar o uso das placas solares para que a população utilize esta fonte de energia regularmente em residências, por exemplo, para funcionamento de lâmpadas ou aparelhos elétricos. A eficácia comprovada atualmente é de cerca de 30% de aproveitamento da luz solar nas placas para a produção de energia, o que se espera aumentar com o desenvolvimento da pesquisa. 
Sobre Sandro Marcio Lima
É graduado em Física (bacharelado) pela Universidade Estadual de Maringá em 1996, e pós-graduado (mestrado em 1999 e doutorado em 2003) em Física Aplicada pelo Instituto de Física de São Carlos, Universidade de São Paulo, instituição em que realizou pós-doutorado. É professor Adjunto IV na UEMS, Dourados, desde fevereiro de 2004.
O evento
Não perca esta oportunidade, o Brasil é o único país da América Latina a participar da iniciativa, que será realizada simultaneamente em outros 11 países. Dourados é a única cidade da região Centro-Oeste a participar do evento, que está mobilizando mais de 50 cidades espalhadas por oito países. Em Mato Grosso do Sul, o evento é coordenado pela professora Ísis Faria, da UEMS. 
Durante as três noites do festival, cientistas de várias partes do mundo saem de seus laboratórios para mostrar o que eles estão pesquisando e qual o impacto disso na vida das pessoas. Para conferir a programação de cada cidade, basta acessar o site www.pintofscience.com.br. O festival é gratuito e as pessoas que participam pagam somente o que consumirão nos locais em que acontecerão os bate-papos científicos.

Serviço:
Dia: 24/05/2016
Horário: A partir das 19h30
Local: Barão Botequim
Endereço: R. Gen. Osório, 2415 - Vila Rui Barbosa, em Dourados

Publicado originalmente em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/ciencia-no-boteco-professor-fala-sobre-energia-solar-limpa-e-eficiente-105046

“Ciência no Boteco”: Pesquisador fala sobre moscas “testemunhas” de crimes

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 24/05/2016
Você sabia que moscas podem ajudar a desvendar crimes? Se não, o “Pint of Science” (Ciência no Boteco) vai te trazer muitas curiosidades interessantes. Na terça-feira (24), a partir das 19h30, no Barão Botequim, o professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), William Fernando Antonialli Junior, irá promover um bate-papo sobre “Insetos como peritos forenses da natureza”.
Dourados está entre as sete cidades brasileiras que sediará este festival internacional de divulgação científica.
Sobre o assunto, Antonialli Junior adianta que os insetos são uns dos principais agentes da decomposição de carcaças e, portanto, são capazes de fornecer várias informações a cerca de um crime, como: desvendar a hora e o local do crime, as circunstâncias que ele aconteceu ou mesmo se foi um homicídio ou suicídio. Além disto, estes pequenos animais podem ajudar a identificar a vítima e, por vezes o próprio autor do crime e, ainda fornecer subsídios para se entender por onde ocorre as rotas de tráficos de drogas.
Sobre William Fernando Antonialli Junior
Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), e mestrado e doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) também Unesp.  Atualmente é professor Adjunto da UEMS e credenciado em programas de pós-graduação da UEMS e da UFGD. 
O evento
Não perca esta oportunidade, o Brasil é o único país da América Latina a participar da iniciativa, que será realizada simultaneamente em outros 11 países. Dourados é a única cidade da região Centro-Oeste a participar do evento, que está mobilizando mais de 50 cidades espalhadas por oito países. Em Mato Grosso do Sul, o evento é coordenado pela professora Ísis Faria, da UEMS. 
Durante as três noites do festival, cientistas de várias partes do mundo saem de seus laboratórios para mostrar o que eles estão pesquisando e qual o impacto disso na vida das pessoas. Para conferir a programação de cada cidade, basta acessar o site www.pintofscience.com.br. O festival é gratuito e as pessoas que participam pagam somente o que consumirão nos locais em que acontecerão os bate-papos científicos.
Serviço:
Dia: 24/05/2016
Horário: A partir das 19h30
Local: Barão
Endereço: R. Gen. Osório, 2415 - Vila Rui Barbosa, em Dourados

Publicada originalmente em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/ciencia-no-boteco-pesquisador-fala-sobre-moscas-testemunhas-de-crimes-104225

Com casa cheia, professores da UEMS falam sobre ciência no boteco

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 24/05/2016
A comunidade esteve presente e participou das palestras
Com casa cheia e público interessado, pesquisadores da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) estrearam o evento “Ciência no Boteco”, na noite de segunda-feira (23), em dois bares de Dourados. O Pint of Science, festival internacional, acontece simultaneamente em sete cidades do Brasil e em mais onze países.
Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)  também participaram da primeira noite do evento.
Pint of Science continuará na JK Espetaria e no Barão Botequim, a partir das 19h30, nesta terça (24) e quarta-feira (25). A coordenadora do evento em Dourados é a professora Isis Faria, do curso de Engenharia Física da UEMS. Segundo ela, o festival permite levar à comunidade pesquisas e temas científicos atuais de uma forma acessível e em um ambiente não formal.
Para o professor Daniel Braz, do curso de Engenharia Física da UEMS, que falou sobre o FabLab, um laboratório aberto com equipamentos como impressoras 3D para criação de objetos, foi uma experiência nova falar sobre ciência em um ambiente diferente. “Foi a primeira experiência e foi muito legal, o público compareceu, abraçou esta ideia diferente, num ambiente diferente e um formato diferenciado”, disse.
A professora Márcia Medeiros, que propôs reflexões sobre Ética e inovação tecnológica, ressaltou que foi bastante inusitado, sair espaço acadêmico e trazer a ciência com uma proposta de entendimento mais simples à comunidade. “Acho que quando a gente participa de eventos assim, nós cumprimos uma função social maior. Quando fazemos parte de um evento como esse, mostramos que a ciência pode ser bem mais simples e bem mais divertida do que as pessoas pensam”.
A proprietária da JK Espetaria, Kamila Viana, se surpreendeu com o público, “não estava esperando tanta gente, tanta animação, um pessoal empenhado com a ciência, mas é incrível estar participando disso, acho sensacional estar contribuindo pela ciência. Para mim é novidade, mas acho que ciência combina muito com bar”.
O casal, Ana Carolina Lins e Anderson Carvalho, ela empreendedora e ele analista de sistemas, ficaram sabendo sobre o evento pelo Facebook e não perderam a oportunidade de aprender um pouco mais sobre ciência. “Estava precisando mesmo estes temas serem mais debatidos em Dourados, a cidade tem um potencial muito grande e este tipo de evento vai ajudar a desenvolver mais”, disse Ana Carolina.
O acadêmico de Administração da UFGD, Giovane Bonardi, foi assistir as palestras com os amigos, pois achou a proposta interessante, “é uma coisa que não se vê todos os dias, questão de unir o útil ao agradável, unir o ganho de conhecimento com a gordice de cada dia”, brincou.
Confira a programação:

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Quedas e falta de sono em idosos são temas de pesquisas da UEMS



Por: Eduarda Rosa | Postado em: 12/05/2016
Idosos da Unami também fazem atividades físicas nos encontros
Envelhecer é um processo natural da vida, do qual todos estão sujeitos. A cada ano, a expectativa de vida, aliada à qualidade de vida, aumenta no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida dos brasileiros aumentou para 75 anos e dois meses (75,2), em 2014. Na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), as pesquisas realizadas com idosos, por meio do projeto de extensão Universidade Aberta da Melhor Idade (Unami), em Dourados, mostram esses avanços.
As pesquisas tratam de temas que atingem diretamente a qualidade de vida dos idosos, como falta de sono, perda de equilíbrio, riscos de quedas e perda de memória. Cerca de 40 idosos, com idades entre 55 e 75 anos, participaram dos estudos, que foram orientados  pela professora Márcia Alvarenga.
Das preocupações apontadas pelos idosos, as maiores são em relação à incapacidade de exercer algumas atividades e à dependência, já que eles desejam viver sem depender de outras pessoas para se locomover e para fazer coisas básicas do dia-a-dia.
A pesquisa realizada pela acadêmica de Enfermagem, Mayara Munin Acióle, indica que a perda de equilíbrio, que resulta em quedas, gera imensuráveis transtornos na vida dos idosos. A maior ocorrência de quedas, segundo a aluna, é durante as caminhadas.
A pesquisa mostrou que 53,33% dos idosos entrevistados sofreram queda nos últimos 12 meses. Mayara aplicou o teste Timed And Up Go, em que o idoso deve levantar-se da cadeira, andar por três metros e voltar. Do total, 40% gastaram menos de 10 segundos, 60% gastaram entre 10 segundos e 20 segundos. Segundo o teste, o indivíduo que gasta de 10 a 20 segundos é considerado, de forma geral, independente. A aluna destaca que mais de 20 segundos é indicativo de instabilidade postural e de alto risco de quedas.
Idosa durante teste de equilíbrio (Timed And Up Go)
A egressa da UEMS, Diana Dávalo Oliveira Dalmagro, também realizou pesquisas sobre quedas com 42 idosos, no programa de Estratégias de Saúde da Família, de Dourados, com média de idade de 72,4 anos. Dos idosos que sofreram quedas, 76,4% relataram que os acidentes ocorreram na própria residência.
“Concluímos que a queda se dá habitualmente, em ambiente domiciliar. Por isso, o enfermeiro da atenção básica deve realizar atividades de prevenção que envolva o idoso, os familiares e a comunidade, pois somente com o envolvimento de todos será possível realizar uma trabalho com resultados efetivos”, afirmou.
Outro tema pesquisado é a falta de sono, frequente em todas as etapas da vida, mas comum, principalmente, a partir de 65 anos. Na população idosa a insônia atinge cerca de 50%, de acordo com dados da literatura da área.
No trabalho da estudante Daniela de Souza Oliveira, os resultados mostram que a maioria dos idosos da Unami não apresenta dificuldade para adormecer, entretanto, grande parte relata que ao acordar durante a noite, encontra dificuldades para voltar a dormir.
A pesquisa aponta ainda que a maioria dos entrevistados não utiliza medicamentos para dormir ou tranquilizantes. “Sobre a dificuldade de adormecer, 44,1% possuem dificuldade e 55,8% não possuem; 73,5% relataram que têm dificuldade para voltar a dormir após acordar de madrugada. Apenas 8,8% fazem uso continuo de remédios para dormir ou tranquilizantes. A maioria disse que não sente cansaço ao acordar pela manhã (73,5%)”, descreveu Daniela.
A universitária, Karine Macedo de Oliveira, aplicou dinâmicas dentro de um projeto de extensão sobre a percepção dos idosos sobre saúde e bem-estar deles mesmo, além de atividades de cognição e memória.
“Apliquei o questionário ‘Como estou envelhecendo e como quero envelhecer’. Nele, a maioria falou que apesar das doenças, porque a maioria tem diabetes, hipertensão, eles estão envelhecendo bem, eles consideram que eles estão bem. Para achar o que eles pensavam sobre o envelhecimento, pedimos para que fizessem o desenho do dia mais importante da vida deles: a maioria desenhou família, casamento, nascimento dos filhos, alguns desenharam passagens da infância. Na questão de cognição e memória fiz dinâmicas que estimulam a memória, ilusão de ótica, entre outras”, ressaltou.


Unami
A Universidade Aberta da Melhor Idade (Unami) da UEMS iniciou as atividades em 2014, e atualmente tem três turmas. As atividades são compostas por aulas multidisciplinares ministradas professores da UEMS. 
“O que vemos bem positivamente é a questão da interação entre eles, novas amizades, novos conhecimentos, porque muito do que é colocado são coisas que eles realmente não sabiam. Eles não têm o compromisso que os alunos têm: de nota, de se formar e entrar no mercado de trabalho. A preocupação deles é realmente aprender algo que seja útil para a vida deles, para o dia a dia”, explica a coordenadora do projeto, Márcia Alvarenga.
A veterana, Francisca Alves Pereira, 69 anos, viu o anúncio da Unami e não perdeu tempo em se inscrever, junto com o marido, “quarta-feira é festa para nós! Melhora nossa mente, melhora a postura, melhora a nossa saúde, é maravilhoso isto aqui. Não há uma coisa que eu mais gostei de aprender, eu gostei de aprender tudo. As aulas são sobre alimentação, saúde, medicação, como interagir com o pessoal, temos também aulas de ginástica, tudo é bom!”, disse. 
Produzido pelo Projeto Mídia e Ciência UEMS/Fundect
Originalmente publicado em:http://www.uems.br/noticias/detalhes/quedas-e-falta-de-sono-em-idosos-sao-temas-de-pesquisas-da-uems-133655

terça-feira, 10 de maio de 2016

UEMS de Aquidauana organiza Museu de Solos

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 10/05/2016
Mato Grosso do Sul é rico em diversidade de solos, pois das 13 classes de solos existentes no Brasil, o Estado possui doze. Pensando em catalogá-los e estudá-los, um professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) está organizando um museu de solos na unidade de Aquidauana, tradicional em estudos agronômicos.
No doutorado, o professor Jolimar Antonio Schiavo despertou o interesse para o estudo da Pedologia (ciência que estuda o perfil e a formação dos solos).  E depois que começou a lecionar na UEMS, já coletou, juntamente com sua equipe, três exemplares de solos de MS, mas a previsão é ter 18 perfis das diferentes regiões do Estado.
O Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS) trabalha com níveis hierárquicos: vai do primeiro nível hierárquico, ordem ou classes (que é o mais generalista) até o sexto nível que são as séries (especifico e direcionados para o manejo sustentável do solo). “Daí a importância de se classificar solos até este nível. Caso contrário o manejo sai incorreto. Hoje o SiBCS é contemplado com 13 Classes de solos. O Estado de Mato Grosso do Sul atualmente apresenta 12 Classes de solos”, explicou.
De acordo com Schiavo, o principal objetivo da coleção de solos é  ensinar os alunos, de graduação e pós-graduação, como os solos se formam, como são classificados e qual o seu uso adequado, mas também futuramente abrir para visitação.
“Na aula prática o aluno vê o solo ao ‘vivo e em cores’, por meio de trincheiras, ou ‘corte de barranco’ às margens de estradas. Para isso são necessárias viagens o que torna tal prática muito trabalhosa e onerosa. Ter um recorte de solo em sala de aula é um processo trabalhoso, pois é preciso abrir uma trincheira de 2 metros de profundidade, coletar do solo e transportá-lo sem deformar”, explicou o professor.
O Estado de MS é muito extenso e algumas áreas são de difícil acesso (Pantanal) o que dificulta ainda mais o trabalho. O projeto é de longo prazo e ainda não teve recurso para fomentá-lo, por isto deve demorar para que chegue à fase de visitação. No Brasil existem alguns museus de solos como, por exemplo, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
(Produzido pelo Projeto Mídia e Ciência Fundect/UEMS)

Publicado originalmente em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/uems-em-aquidauana-organiza-museu-de-solos-100924

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Debutante, cadela ganha bolo e foto em homenagem aos 15 anos de cãopanheirismo

Princesa vestida como tal, cachorra teve bolo e velinha no aniversário de 15 anos. (Foto: Eduarda Rosa) Paula Maciulevicius Um dia...