terça-feira, 10 de maio de 2016

UEMS de Aquidauana organiza Museu de Solos

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 10/05/2016
Mato Grosso do Sul é rico em diversidade de solos, pois das 13 classes de solos existentes no Brasil, o Estado possui doze. Pensando em catalogá-los e estudá-los, um professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) está organizando um museu de solos na unidade de Aquidauana, tradicional em estudos agronômicos.
No doutorado, o professor Jolimar Antonio Schiavo despertou o interesse para o estudo da Pedologia (ciência que estuda o perfil e a formação dos solos).  E depois que começou a lecionar na UEMS, já coletou, juntamente com sua equipe, três exemplares de solos de MS, mas a previsão é ter 18 perfis das diferentes regiões do Estado.
O Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS) trabalha com níveis hierárquicos: vai do primeiro nível hierárquico, ordem ou classes (que é o mais generalista) até o sexto nível que são as séries (especifico e direcionados para o manejo sustentável do solo). “Daí a importância de se classificar solos até este nível. Caso contrário o manejo sai incorreto. Hoje o SiBCS é contemplado com 13 Classes de solos. O Estado de Mato Grosso do Sul atualmente apresenta 12 Classes de solos”, explicou.
De acordo com Schiavo, o principal objetivo da coleção de solos é  ensinar os alunos, de graduação e pós-graduação, como os solos se formam, como são classificados e qual o seu uso adequado, mas também futuramente abrir para visitação.
“Na aula prática o aluno vê o solo ao ‘vivo e em cores’, por meio de trincheiras, ou ‘corte de barranco’ às margens de estradas. Para isso são necessárias viagens o que torna tal prática muito trabalhosa e onerosa. Ter um recorte de solo em sala de aula é um processo trabalhoso, pois é preciso abrir uma trincheira de 2 metros de profundidade, coletar do solo e transportá-lo sem deformar”, explicou o professor.
O Estado de MS é muito extenso e algumas áreas são de difícil acesso (Pantanal) o que dificulta ainda mais o trabalho. O projeto é de longo prazo e ainda não teve recurso para fomentá-lo, por isto deve demorar para que chegue à fase de visitação. No Brasil existem alguns museus de solos como, por exemplo, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
(Produzido pelo Projeto Mídia e Ciência Fundect/UEMS)

Publicado originalmente em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/uems-em-aquidauana-organiza-museu-de-solos-100924

sexta-feira, 6 de maio de 2016

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Projeto da UEMS leva informações da Constituição Federal para escolas

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 02/05/2016

O acadêmico Vlailton Carbonari ministrou a palestra
“Você sabe que possui direitos?” Motivados por este questionamento, um projeto do curso de Direito da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) tem levado informações da Constituição Federal para as escolas do município de Dourados.
O projeto “A Constituição Federal nas escolas: você sabe que possui direitos?” é desenvolvido pelo acadêmico, do 5º ano do curso de Direito de Dourados, Vlailton Milani Viegas Carbonari, e orientado pela professora Eliana Lamberti. A ação tem como objetivo promover a discussão e conscientização dos estudantes das escolas públicas de Dourados de seus principais direitos e garantias fundamentais, especificamente os direitos basilares descritos no art. 5º da Constituição Federal.
“Este projeto de extensão universitária pretende levar diretamente à comunidade escolar, sobretudo a população mais jovem, o conhecimento de seus direitos e garantias fundamentais, contribuindo para uma formação humana e cidadã, na medida em que, de forma simples e clara, conscientiza o público alvo de seus direitos e deveres individuais e coletivos”, relatou o acadêmico.
A primeira escola a receber o projeto foi a Escola Estadual Presidente Vargas, que na manhã de quinta-feira (28) possibilitou a participação de 155 alunos do ensino médio. O acadêmico Vlailton Carbonari entregou um exemplar da Constituição Federal de 1988 para cada aluno presente e explanou sobre a evolução e contexto histórico das diferentes Constituições Brasileiras, destacou a importância da atual (de 1988), seu caráter democrático e suas implicações no dia-a-dia do cidadão.
Para a coordenadora do Projeto, professora Eliana Lamberti, esta iniciativa também corresponde a efetiva interação entre o Ensino e a Extensão uma vez que promove a aproximação do conhecimento teórico fomentado no curso de Direito da UEMS à comunidade externa, enaltecendo o papel social da nossa Instituição de Ensino.
“Ademais, o atual cenário de crise econômica e política coloca em destaque a multidisciplinaridade da temática dos direitos e deveres dos cidadãos, o papel imprescindível da democracia e as funções do Estado, portanto, compreender os pressupostos jurídicos, econômicos e sociais da Carta Magna se torna imprescindível para toda a sociedade”, disse a docente.
De acordo com a coordenação da escola, o conteúdo apresentado na palestra será retomado nas disciplinas, em especial História e Sociologia, e ainda será solicitado aos alunos que elaborem um artigo de opinião sobre a temática.
Originalmente publicado em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/projeto-da-uems-leva-informacoes-da-constituicao-federal-para-escolas-110639 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Seminário “Diversidade na UEMS” tem oficina de amarração de turbante

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 27/04/2016
O Seminário “Diversidade na UEMS” inicia nesta quinta-feira (28) e vai até sábado, 30 de abril, em Dourados, e oferece diversas oficinas aos participantes, entre elas a de amarração de turbante, Produção de Artesanato Indígena, Oficina Básica de Libras I e II, Educação Escolar Indígena, entre outras.
A oficina de amarração de turbantes tem o objetivo de revelar o cabelo crespo como suporte criativo, matéria prima para infindas criações artísticas e originais, a despeito da rigidez imposta pelo padrão estético do cabelo liso.
“Este padrão oprime o corpo e a autoestima de homens e mulheres afrobrasileiros. Então a atividade é uma vivência em que se busca propiciar a troca de experiências acerca do modo como cada indivíduo lida com seu cabelo e as conotações sociais e políticas interligadas ao tema. Possui diversos formatos, a adequar-se de acordo com o público que será atendido na ocasião”, descreveu a ministrante, Denise Morena de Souza.
A proposta é que por meio de atividades de dinâmicas, bate-papo, recursos de áudio visual, poemas e tecidos, promova-se a interação e a sensibilização dos participantes para com o tema das relações raciais.

Oficinas e horários
Amarração de Turbantes:  29/04 – 13h às 17h; 30/04 – 8h às 12h
Aqueles/as que se inscreverem nessa oficina deverão providenciar dois metros de tecido, sendo cada metro de tecido diferente. Um metro de tecido viscose e um metro de chita.

Educação Escolar Indígena: 29/04 – 13h às 17h; 30/04 - 7h30 às 11h30
Ministrantes: Professor Carlos Magno Naglis Vieira e Antônio Carlos Seizer da SIlva  
Oficina Básica de Libras I e II: 28/04 – 8h às 12h e das 13h às 17h; 29/04 - 13h às 17h; 30/04 - 7h30 às 11h30
Ministrante: Professora Alexandra Mara Pereira   
Literatura Afro-Brasileira e Africana no Ensino Básico e Superior: Um Conceito em Construção: 29/04 - 13h às 17h; 30/04 - 7h30 às 11h30
Ministrante: Professora Eliane da Silva
Gênero e sexualidade na universidade: O direito à diversidade e diferença! – 29/04 - 13h às 17h 30/04 – 7h30 às 11h30
Ministrantes: Professora Roberta de Souza Salgado e Professora Ana Luisa Alves Cordeiro   
Política Cultural: 29/04 – 19h às 22h
Ministrantes: Coletivo Thereza Africana e Coletivo Diversas
Para saber os detalhes de cada oficina clique aqui

Sobre o Seminário
O evento é coordenado pelo Centro de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação, Gênero, Raça e Etnia (CEPEGRE). As inscrições são gratuitas e  poderão ser feitas no ato de credenciamento do evento.
O evento tem entre seus objetivos discutir o racismo institucional na Universidade, suas múltiplas expressões, formas de combate e superação; refletir sobre as relações de gênero e suas implicações no cotidiano acadêmico; sensibilizar a comunidade acadêmica com relação promoção da igualdade racial, étnica, gênero e social; discutir as práticas de acessibilidade e as respectivas redes de apoio ao acadêmico com deficiência.
O acesso à programação completa pode ser obtido no site http://diversidadenauems.wix.com/uems.


terça-feira, 26 de abril de 2016

Órgão da ONU destaca pesquisa com bovinos pantaneiros da UEMS

 Por: Eduarda Rosa | Postado em: 26/04/2016
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (Food and Agriculture Organization of the United Nations - FAO) destacou em reportagem o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo professor, Marcus Vinícius de Oliveira, com os bovinos pantaneiros, na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) de Aquidauana, ressaltando sobre o futuro da segurança alimentar.
Esses animais estão em extinção, mas há cerca de 500 sobreviventes no Pantanal brasileiro. Os bovinos da raça Pantaneira, também conhecido por gado Tucura, se adaptaram e resistiram por ser uma espécie geneticamente resistente e que tem sobrevivido às condições ecológicas extremas da região do Pantanal, por isso sua carne e leite são considerados de mais qualidade.
Pensando nessa problemática, a UEMS e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) excutam um programa multidisciplinar de Resgate dos Bovinos Pantaneiros. “Este trabalho possui, além da conservação da pureza racial e multiplicação dos animais, o objetivo de gerar informações técnicas sobre essa base genética europeia adaptada as condições do Pantanal. Visa ainda obter a certificação de origem do gado, baseado na seleção assistida por marcadores genéticos associados a composição do leite e da qualidade da carne. E assim, contribuir para a salvação desse gado, preservar as tradições dos povos pantaneiros e efetuar a conservação do Bioma Pantanal”, ressaltou o professor da UEMS. 
A FAO é situada em Roma, na Itália, e é ligada a Organização das Nações Unidas (ONU). “Para a nossa pesquisa este destaque gera grande credibilidade e com este endossamento do órgão internacional mais importante da área poderemos buscar recursos externos internacionais”, disse.  Para acessar a matéria em inglês acesse: http://www.fao.org/news/podcast/pantaneiro/en/.
A pesquisa também foi publicada na revista científica Nature, em 2013, e no livro da FAO "The Second Report on the State of the World’s Animal Genetic Resources for Food and Agriculture”, no capítulo "Indigenous people and scientists team up to conserve Pantaneiro cattle”, em 2015.

Originalmente publicado em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/organizacao-das-nacoes-unidas-destaca-trabalho-com-bovinos-pantaneiros-da-uems-153142 

UEMS promove noite de autógrafos para detentas do semiaberto

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 26/04/2016
Noite de autógrafos para as detentas
As detentas do semiaberto feminino de Dourados tiveram uma noite diferente. Elas receberam, no dia 15 de abril, a autora Débora Simões, servidora técnica da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), que apresentou o seu livro “Sobre meninas e borboletas” e promoveu uma noite de autógrafos, por meio da Assessoria para Popularização da Ciência e Apoio ao Desenvolvimento Educacional (Acade) da Universidade.
O projeto “Mulheres na Ciência” desenvolvido pela Acade iniciou no ano passado, por oportunidade da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, com a observação do céu e continua com esta e outras atividades.
“As minhas expectativas foram totalmente superadas. Eu tive que reinventar certos conceitos, após esta experiência. É maravilhoso poder socializar conhecimento, socializar literatura e arte e perceber que quem não teve tanto acesso, quando tem encanta, aceita e absorve, isto é muito bom. Expliquei a elas um pouco do título sobre a metáfora da transformação das borboletas. Que é sobre o sonho que cada um tem, que mesmo nascendo uma lagarta, estando presa em um casulo, depois deste processo a borboleta ganha asas e é capaz de voar para onde ela quiser”, explicou Débora, autora do livro de poesias sobre o universo feminino.
Segundo o professor Edmilson de Souza, assessor da ACADE, o objetivo da ação foi promover a inclusão social. “Além da observação do céu, a proposta é levar a comunidade acadêmica para contribuir com o projeto, com informações que tenham a ver com o universo delas. A Débora foi a primeira convidada, pois ela tem poesias que falam do universo da mulher, e estas experiências diferentes na vida destas detentas podem modificar o modo como elas veem o mundo. Tanto que algumas detentas se voluntariaram para ler as poesias e a diretora disse que muitas delas são bem caladas e não participam muito”, ressaltou o professor.
Após a apresentação do livro, cada interna recebeu uma cópia da obra patrocinada pela Fapems (Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura de MS),  as próprias internas leram os poemas que achavam interessantes em voz alta e depois houve o momento dos autógrafos.
De acordo com a diretora do semiaberto feminino, Luzia Aparecida Ferreira, estes momentos proporcionados pela UEMS ajudam na autoestima das detentas, “elas gostaram muito e avaliaram, posteriormente, como um momento mágico, puderam observar a lua e também ler os poemas. Se sentiram agraciados e foi muito bom para uma quebra da rotina e, principalmente, para autoestima delas”.
 
Originalmente publicado em: http://www.uems.br/noticias/detalhes/uems-promove-noite-de-autografos-para-detentas-do-semiaberto-143326


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Observatório Solar era “aplicativo” de índios brasileiros há mil anos

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 12/01/2016

O Observatório Solar Indígena da UEMS faz parte do catálogo de Centros e Museus de Ciência do Brasil
Saber a previsão do tempo, a época de plantar, colher ou ter filhos é muito fácil com os conhecimentos e as tecnologias atuais, mas há cerca de mil anos, no sul do Brasil, não era tão simples ter estas informações. Então índios brasileiros criaram o Observatório Solar e com este “equipamento”, formado basicamente de pedras, eles poderiam saber as respostas das perguntas anteriores e muitas outras.
“Se fosse hoje, o Observatório seria uma espécie de aplicativo de celular, em comparação devido as utilidades que ele tinha”, disse o professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Edmilson de Souza. Tantas são as curiosidades por trás deste dispositivo, que a UEMS tem um Observatório Solar Indígena, na sede em Dourados, que faz parte do catálogo de “Centros e Museus de Ciência do Brasil 2015”, uma publicação com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Professora da UEMS participa de análise da auditoria sobre barragem de Mariana

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 16/12/2015
A professora da UEMS Kelly Vieira auxilia na avaliação das auditorias
A professora da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Kelly Regina Ibarrola Vieira, é uma entre os dez analistas ambientais escolhidos no Brasil para analisar os laudos ambientais feitos antes e depois do rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais. Uma das maiores tragédias ambientais já ocorridas no mundo.  Kelly, que também é egressa da Universidade, é a única de Mato Grosso do Sul a participar da equipe.
De acordo com Kelly Vieira, o papel do grupo de profissionais é analisar se nas fiscalizações anteriores foram aplicadas as medidas para minimizar os impactos e recomendações legais, além de entender o impacto e buscar medidas para o risco deste tipo de impacto seja diminuído, principalmente, nos rios do país. Em janeiro está marcada uma viagem para que a docente e os outros analistas visitem Mariana e os locais afetados pela lama da barragem.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

“Desafio da UEMS é solidificar programas de pós-graduação”, diz pró-reitora


O ano de 2015 deu continuidade a um período de importantes conquistas que a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) teve na área da pesquisa e pós-graduação. A instituição aumentou o número de programas de cursos stricto sensu (mestrados e doutorados) em 350%, desempenho coroado com a melhor classificação na categoria pesquisa entre as universidades estaduais do Centro-Oeste, segundo o Ranking Folha de Universidades.
Já no início de 2015 a UEMS dava início ao segundo curso doutorado, em Agronomia, na Unidade de Aquidauana. A Universidade que já tinha conquistado o primeiro doutorado próprio entre as demais estaduais do Centro Oeste, avançou e foi também a primeira instituição a conquistar um segundo doutorado.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Pesquisa da UEMS alerta para a não utilização de chorume como “adubo”

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 14/12/2015
Chorume é resultado do apodrecimento de lixo
Um líquido escuro e que polui o ambiente. Este é o chorume, que é resultado de putrefação de matérias orgânicas. Os aterros sanitários, com a decomposição do lixo, estão cheios dele. Por isto uma pesquisa realizada na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) alerta a população para que não utilize este líquido como uma espécie de “adubo”, ou seja, misturando-o a terra para efetuar os plantios, pois ele é altamente poluidor para o solo, a água e até prejudicial para o ser humano.
Na UEMS já existem estudos com a reutilização de lodo de esgoto para produção de mudas nativas do cerrado, por isto a pesquisa foi necessária para mostrar que o chorume não pode ser enviado às estações de tratamento de esgoto e nem reaproveitado na produção de plantas, pois pode ser prejudicial para qualquer meio em que for inserido.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Moscas forenses estão sendo pesquisadas pela UEMS

MS Record 
Reportagem: Miriam Névola

Saiba mais: http://www.portal.uems.br/noticias/detalhes/moscas-testemunhas-de-crimes-estao-na-mira-de-pesquisas-da-uems-085721

Debutante, cadela ganha bolo e foto em homenagem aos 15 anos de cãopanheirismo

Princesa vestida como tal, cachorra teve bolo e velinha no aniversário de 15 anos. (Foto: Eduarda Rosa) Paula Maciulevicius Um dia...