terça-feira, 21 de julho de 2015

UEMS forma o primeiro estudante cego da unidade de Glória de Dourados

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 21/07/2015
John Lennon é agroecologista, formado na UEMS de Glória de Dourados
Em Glória de Dourados, cidade com aproximadamente 10 mil habitantes, um estudante provou na prática que é possível enxergar mais longe através da educação. O agora tecnólogo em Agroecologia, John Lennon Rodrigues de Oliveira, tornou-se o primeiro cego a se formar pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) da unidade de Glória de Dourados e um dos primeiros da Instituição, contando com apoio de colegas, professores e Universidade. “Quando me chamaram eu fiquei muito emocionado, as pessoas começaram a gritar meu nome, fiquei muito feliz!”, lembra sorrindo e entusiasmado da memorável formatura realizada no início do ano.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

“A igreja não pode assistir de braços cruzados à violação dos Direitos Humanos”, afirma o fundador da ONG Rio de Paz

Manifestação contra a violência levou 700 cruzes pretas para a praia de Copacabana / Foto: Márcia Foletto

























Por: Eduarda Rosa

Os dias no Despertar 2015, em Campo Grande, foram maravilhosos e inesquecíveis, foi o melhor congresso que já participei. Como jornalista, não fiquei tranquila, enquanto não consegui entrevistar o  pastor Antônio Carlos Costa, o primeiro a pregar no evento, no dia 15 de julho.

Isto porque o Antônio Carlos Costa, da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, é o fundador da ONG Rio de Paz – filiada ao Departamento de Informação Pública da ONU – que desde 2007 promove manifestações no Rio de Janeiro, a primeira e mais marcante foi a das cruzes na praia de Copacabana.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Jornalista Eduarda Rosa lança livro hoje em Dourados



Foto: Divulgação
EDUARDA ROSA lança livro que conta história da família ‘Fernandes’
Hoje, às 19h30, a jornalista Eduarda Fernandes da Rosa lança o livro ‘Família Fernandes: Uma história de Gerações’ na sede da Academia Douradense de Letras, localizada no Parque dos Ipês, em Dourados.
De acordo com a autora, o livro conta a história de uma família douradense, “uma família que não teve seu nome destacado em ruas, mas participou e viveu a história de Dourados. Esta é a história contada sob a perspectiva de uma pessoa que morou na zona rural, de heróis do campo, que venceram a pobreza”, comenta.
O livro começou a ser escrito há vários anos, “escutando as histórias de minha avó, Carminda Fernandes, quando tinha uns dez anos de idade achei interessante registrar o que ela contava, pois acabaria esquecendo, depois de um tempo já tinha bastante material, então decidi que iria fazer um livro, mas o tempo foi passando e só agora tive condições de publicá-lo”, disse Eduarda.
Parte da obra traz lembranças de Carminda, do tempo de sua mãe e avó. São mais de 100 anos de história, de sete gerações, que vieram para o Brasil, percorreram o país, chegaram ao Mato Grosso do Sul e escolheram a cidade de Dourados como lar.
O livro também traz curiosidades sobre a origem do sobrenome Fernandes, da Colônia Agrícola Nacional de Dourados e um pouco da história de Dourados, além de receitas de família.
Para o jornalista e professor universitário André Mazini, o livro representa uma importante mudança na forma como os douradenses encaram a história local. “Em Dourados e em Mato Grosso do Sul de uma forma geral, os personagens que ganham destaque são normalmente ligados à política, ou pessoas ‘poderosas’ financeiramente, por isso acho fundamental livros como o da Eduarda Rosa que mudam o foco e contam nossa história a partir do ponto de vista de personagens simples, que vivem intensamente cada um dos momentos que fizeram essa cidade ser o que é hoje”, diz e complementa, “aprecio mais o relato espontâneo de Dona Carminda do que com o discurso de muitos figurões que aprendemos na escola”.
A AUTORA
Eduarda Fernandes da Rosa, natural de Dourados, nascida no dia 30 de março de 1991. Filha de Maria Aparecida Fernandes da Silva e José Bronel da Rosa.
É jornalista. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, pela Unigran (Centro Universitário da Grande Dourados); com pós-graduação em Marketing e Vendas, pela Universidade Anhanguera.
Já atuou na área de assessoria de imprensa no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Dourados; como repórter no Jornal Dourados News e atualmente é jornalista na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems).

http://diarioms.com.br/jornalista-eduarda-rosa-lanca-livro-hoje-em-dourados/

quinta-feira, 9 de julho de 2015

UEMS apresenta projetos em visita de Presidente da República em exercício

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 09/07/2015
Nesta quinta-feira, 09, durante a visita do presidente da República em exercício, Michel Temer, à Brigada Guaicurus, em Dourados, representantes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) apresentaram propostas de pesquisas de desenvolvimento de novas tecnologias voltadas para o projeto Sisfron - Sistema de Integração de Monitoramento de Fronteiras.
O grupo de Pesquisa em Computação Aplicada (GPCA) da UEMS promove a transferência de conhecimento acadêmico por meio de apoio à inovação, ao empreendedorismo, à implementação de práticas eficientes e às melhorias de processos e de recursos humanos objetivando fomentar a ciência e tecnologia na região da Grande Dourados.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Moscas “testemunhas” de crimes estão na mira de pesquisas da UEMS

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 07/07/2015

A UEMS é uma das poucas universidades brasileiras que desenvolve pesquisas com moscas forenses
Pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) mostra que uma pequena mosca pode revelar informações preciosas no esclarecimento de crimes. Segundo o coordenador da pesquisa, William Fernando Antonialli Junior, ao decifrar a impressão digital dos insetos que ajudam a decompor os corpos é possível obter indícios de como aconteceu um determinado crime.
A UEMS é uma das poucas universidades brasileiras que desenvolve pesquisas com "moscas forenses” e já estabeleceu os primeiros contatos com a Polícia Civil local com objetivo  de, em casos em que o corpo está em estágio de decomposição avançada, auxiliar em uma estimativa do tempo de intervalo pós morte.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

“Cupins são mocinhos, não vilões”, diz pesquisadora da UEMS

Por: Eduarda Rosa | Postado em: 03/07/2015

Conhecidos como grandes vilões por interferirem na paisagem estética do campo e por atacarem casas, os cupins são na verdade indicativos de grande fertilidade do solo. É o que afirma a pesquisadora do Laboratório de Ecologia Comportamental (LabECo) da UEMS, Dra. Juliana Toledo Lima, especialista no estudo do comportamento destes insetos.

Segundo a pesquisadora, os cupins são os maiores macro decompositores invertebrados (sem ossos) do mundo, ou seja, os insetos que mais conseguem devolver nutrientes para o solo. “Eles decompõem toda matéria de origem vegetal (com celulose) - grama, folhas, árvores, troncos caídos de árvores - e devolvem na forma de fezes. E estas fezes são absolutamente ricas em nutrientes e matéria orgânica que se aderem ao solo, então todo solo que tem cupim é extremamente fértil”, enfatiza.